Esporte

 

Última Atualização - 20h03 29/08/2007
Tênis
Aberto dos EUA (F) (Flushing Meadows, NY)
Segunda rodada
Feminino
Sybille Bammer (AUT) 2 x 0 Meghann Shaughnessy (EUA), 6-4, 6-3
Marion Bartoli (FRA) 2 x 0 Sara Errani (ITA), 6-4, 6-2
Alona Bondarenko (UCR) 2 x 1 Eleni Daniilidou (GRE), 6-4, 6-7(4-7), 6-3
Vera Dushevina (RUS) 2 x 0 Ekaterina Bychkova (RUS), 6-4, 6-3
Justine Henin (BEL) 2 x 0 Tszvetana Pironkova (BUL), 6-4, 6-0
Venus Williams (EUA) 2 x 0 Ioana Raluca Olaru (ROM), 6-4, 6-2
Ana Ivanovic (SER) 2 x 0 Aravane Rezai (FRA), 6-3, 6-1
Alize Cornet (FRA) 2 x 0 Caroline Wozniacki (DIN), 6-2, 6-1
Lucie Safarova (TCH) 2 x 0 Andrea Petkovic (ALE), 6-3, 6-3
Ekaterina Makarova (RUS) 2 x 1 Ai Sugiyama (JAP), 6-4, 4-6, 6-2
Elena Dementieva (RUS) 2 x 0 Petra Cetkovska (TCH), 6-3, 6-2

Aberto dos EUA (M) (Flushing Meadows, NY)
Primeira rodada
Masculino
Tommy Robredo (ESP) 3 x 0 Bobby Reynolds (EUA), 6-3, 7-6(7-5), 6-1
Mardy Fish (EUA) 3 x 0 Bruno Echagaray (MEX), 6-4, 6-1, 6-2
Michael Berrer (ALE) 3 x 1 Michal Przysiezny (POL), 6-1, 4-6, 6-1, 7-6(7-4)
Ernest Gulbis (LET) 3 x 0 Potito Starace (ITA), 7-5, 7-6(7-4), 6-3
Carlos Moyá (ESP) 3 x 0 Bjorn Phau (ALE), 6-1, 6-2, 6-4
Igor Kunitsyn (RUS) 3 x 2 Guillermo Garcia-Lopez (ESP), 4-6, 6-3, 7-5, 2-6, 7-5
Philipp Kohlschreiber (ALE) 3 x 0 Mariano Zabaleta (ARG), 6-2, 6-2, 6-4
Mikhail Youzhny (RUS) 3 x 0 Nicolas Devilder (FRA), 6-0, 6-1, 6-2
Robby Ginepri (EUA) 3 x 0 Olivier Rochus (BEL), 6-0, 6-3, 6-1
Stanislas Wawrinka (SUI) 3 x 2 Evgeny Korolev (RUS), 4-6, 6-3, 4-6, 6-4, 7-5
Marat Safin (RUS) 3 x 0 Frank Dancevic (CAN), 7-5, 7-6(7-5), 7-6(9-7)
Tim Henman (ING) 3 x 1 Dmitry Tursunov (RUS), 6-4, 3-6, 6-4, 6-1
Jo-Wilfried Tsonga (FRA) 3 x 0 Oscar Hernandez (ESP), 7-5, 6-1, 6-3
Rafael Nadal (ESP) 3 x 1 Alun Jones (AUS), 7-5, 3-6, 6-4, 6-1

Futebol internacional
Copa da Itália
Terceira fase
Ascoli 2 x 1 Atalanta
Cagliari 2 x 1 Siena
Napoli* 1 x 1 Livorno
Parma 1 x 3 Juventus
Reggina 3 x 2 Piacenza
Torino 3 x 2 Rimini
Triestina 0 x 0 Catania*
Udinese 3 x 0 Bari
*vencem nos pênaltis e se classificam

Liga dos Campeões
Terceira fase classificatória
Jogos de volta
Dynamo Kyiv* 3 x 0 FK Sarajevo
Shakhtar Donetsk* 3 x 1 SV Salzburg
Besiktas* 2 x 0 Zurich
Steaua Bucaresti* 2 x 0 BATE Borisov
Anderlecht 0 x 2 Fenerbahce*
Dinamo Zagreb 2 x 3 Werder Bremen*
Slavia Praga* 2 x 1 Ajax
Elfsborg 1 x 2 Valencia*
FC Copenhagen 0 x 1 Benfica*
Arsenal* 3 x 0 Sparta Praga
Rosenborg 2 x 0 Tampere United
Celtic** 1 x 1 Spartak Moscow
* classificados para a fase de grupos
**se classificou nos pênaltis (4 a 3)

Argentino - Apertura
Fase Única
5ª rodada
Independiente 2 x 3 Boca Juniors
Huracán 3 x 2 Argentinos Juniors
Gimnasia de Jujuy 1 x 0 Arsenal Sarandí
River Plate 4 x 2 Estudiantes

Campeonato Francês
Fase Única
6ª rodada
Le Mans 0 x 2 PSG
Auxerre 0 x 2 Rennes
Olympique 0 x 2 Nice
Metz 0 x 1 Bordeaux
Sochaux 1 x 2 Lyon
Saint-Etienne 2 x 0 Strasbourg
Lille 0 x 1 Monaco

Campeonato Mundial Sub-17
Oitavas-de-final
Gana 1 x 0 Brasil
Peru (5) 1 x 1 (4) Tadjiquistão
Tunísia 1 x 3 França
Espanha 3 x 0 Coréia do Norte

Futebol nacional
Copa Federação Paulista de Futebol
Segundo turno
Primeira fase
Catanduvense 3 x 0 União São João
Grêmio Barueri-B 4 x 0 Palmeiras-B
Juventus 4 x 2 São Bernardo
Barbarense 1 x 1 Sorocaba

Campeonato Brasileiro - Série C
2ª fase
Grupo 17
Tuna Luso 1 x 1 Rio Branco-AC
Grupo 18
Ananindeua 2 x 1 Barras-PI
Grupo 19
CF Linhares 1 x 1 Bahia

F-1
Testes coletivos
Em Monza (Itália)
1. Fernando Alonso - McLaren-Mercedes - 1min23s155 - 49 voltas
2. Lewis Hamilton - McLaren-Mercedes - 1min23s454 - 49 voltas
3. Nick Heidfeld - BMW-Sauber - 1min23s725 - 84 voltas
4. Jarno Trulli - Toyota - 1min23s759 - 61 voltas
5. Kimi Räikkönen - Ferrari - 1min23s773 - 59 voltas
6. Heikki Kovalainen - Renault - 1min24s093 - 51 voltas
7. Sebastian Vettel - Toro Rosso-Ferrari - 1min24s266 - 101 voltas
8. Alexander Wurz - Williams-Toyota - 1min24s356 - 70 voltas
9. Christian Klien - Honda - 1min24s595 - 92 voltas
10. Mark Webber - Red Bull-Renault - 1min24s701 - 83 voltas
11. Takuma Sato - Super Aguri-Honda - 1min24s976 - 80 voltas
12. Adrian Sutil - Spyker-Ferrari - 1min25s278 - 76 voltas


Escrito por Pedro Henrique às 20h46
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Conectar a um sistema de som

Frase de matéria sobre informática:

- O manual do usuário demonstra com clareza as principais formas possíveis de conectar o aparelho à televisão e à um sistema de som

Para que haja crase, deve haver a junção de dois "as", o da preposição e o do artigo feminino (ou do pronome demonstrativo "aquele(a)").

No exemplo acima, há a preposição "a".

O problema é que o artigo é indefinido, "um".

Isso impede a fusão, indicada pelo acento grave.

Logo:

- O manual do usuário demonstra com clareza as principais formas possíveis de conectar o aparelho à televisão e a um sistema de som



Escrito por Pedro Henrique às 20h43
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Bolsa sobe mais de 2%; dólar cai a R$ 1,967

SÃO PAULO, 29 de agosto (Reuters) - A agenda econômica fraca no exterior abriu espaço para a recuperação dos mercados nesta quarta-feira, com alta de cerca de 2% nas Bolsas de Valores dos Estados Unidos após a forte queda da véspera.

O índice Nasdaq, que reúne as ações do setor de tecnologia, liderou o desempenho positivo de Wall Street em meio à busca dos investidores por ações mais baratas após as perdas de terça-feira. A Bolsa de Valores de Nova York chegou a instituir limite de alta na última meia hora de pregão.

"A grande recuperação do setor de tecnologia está liderando o mercado, especialmente por termos sofrido tanto ontem", disse Tim Smalls, diretor de operação com ações da corretora Execution, em Connecticut.

"Mas não houve uma mudança fundamental para garantir essa alta, exceto que talvez as vendas de ontem tenham sido exageradas... Vamos ver mais oscilações grandes dentro das semanas", acrescentou.

Os mercados brasileiros acompanharam o alívio em Wall Street, com alta de mais de 2% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e queda do dólar para menos de R$ 2. No mercado de juros futuros, a maioria dos contratos fechou em queda, depois de subirem com o susto com o IGP-M.

A inflação pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) superou a previsão do mercado em agosto devido à pressão dos alimentos agrícolas. O indicador subiu 0,98%, ante 0,28% em julho, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em levantamento feito pela Reuters, economistas estimativam avanço de 0,73% neste mês.

Em meio à alta da inflação, o mercado prevê uma redução do ritmo de queda da taxa básica de juro, mostrou pesquisa realizada pela Reuters. Todas as 20 instituições financeiras ouvidas prevêem que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzirá a Selic em 0,25 ponto percentual, para 11,25% ao ano, na reunião de 4 e 5 de setembro. Nas duas reuniões anteriores, o corte foi de 0,50 ponto.

A agenda econômica do dia também trouxe o resultado do superávit primário do setor público, que caiu em julho frente ao mês anterior. Junto com o aumento da conta de juros, prejudicada pela valorização do real frente ao dólar, o país voltou a ter déficit nominal no mês.

Veja como encerraram os principais mercados nesta quarta-feira:

Câmbio
O dólar terminou a R$ 1,967, em queda de 1,80%. O volume no segmento interbancário foi de US$ 3,101 bilhões.

Bolsa
O Ibovespa subiu 2,11%, a 52.734 pontos. O volume financeiro na bolsa foi de 3,8 bilhões de reais.

ADRs brasileiros
O índice de principais ADRs brasileiros fechou em alta de 4,55%, aos 27.828 pontos.

Juros
A maioria dos contratos de depósito interfinanceiro (DI) caiu na Bolsa de Mercadorias & Futuros. O DI janeiro de 2009 foi a 11,61%, enquanto o DI janeiro de 2010 fechou a 11,88%.

Global 40
O título de referência dos mercados emergentes, o Global 40, subia para 132.125% do valor de face no final da tarde, oferecendo rendimento de 5,88% ao ano.

Risco-país
No final da tarde, o risco Brasil declinava 12 pontos, para 195 pontos-básicos. O EMBI+ estava em 225 pontos-básicos.

Bolsas dos EUA
O índice Dow Jones subiu 1,90%, para 13.289 pontos. O Nasdaq avançou 2,5%, a 2.563 pontos. O índice S&P 500 elevou-se 2,19%, para 1.463 pontos.

Treasuries de 10 anos
O preço dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos, referência do mercado, recuava e o rendimento avançava a 4,57% no final da tarde.



Escrito por Pedro Henrique às 20h43
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"Você deve conversar conosco mesmos"

Você deve conversar conosco mesmos.

Essa frase eu li na tradução de um filme estadunidense (para quem não sabe, estadunidense é o adjetivo pátrio referente aos Estados Unidos; também pode ser norte-americano, americano-do-norte, americano e ianque). Qual o problema da frase? É que os pronomes pessoais nós e vós, quando acompanhados da preposição com, podem formar os pronomes conosco e convosco, ou não, dependendo do que surja à frente deles. Os pronomes nós e vós podem ficar separados da preposição com. Vejamos o que sucede:

Quando, à frente do pronome, surgir qualquer palavra ou expressão que indique quem somos nós ou quem sois vós, não poderá haver a contração entre a preposição e o pronome, ou seja, deveremos escrever separadamente com nós e com vós. As palavras que surgem à frente do pronome são mesmos, próprios, alguns, todos, quaisquer, um substantivo, um numeral ou uma frase inteira. Por exemplo:

Ele queria conversar com nós dois.

Com nós mesmos é feita a inscrição ao concurso.

A garota ficou com nós que estávamos protegidos da chuva.

Quando não houver palavra alguma ou expressão que indique quem somos nós ou quem sois vós, deveremos usar conosco e convosco. Por exemplo:

Ele queria conversar conosco.

A paz esteja convosco.

A frase apresentada, então, deve ser assim reescrita: ou

Você deve conversar com nós mesmos.
ou
Você deve conversar conosco.


Escrito por Pedro Henrique às 10h41
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Protestar algo ou protestar contra algo?

A dúvida é de uma colega de redação.

A pergunta dela é se poderia veicular esta frase:

- O grupo protestou o aborto

"Protestar" pode ser empregado como transitivo direto (quando vem sem preposição), mas somente com sentido de "prometer", "jurar".

O dicionário "Aurélio" registra este exemplo:

- Os cidadãos protestaram (= prometeram, juraram) respeito e obediência

Não é a mesma idéia da frase que abre esta coluna.

No trecho mostrado no início desta coluna, o sentido é equivalente a "insurgir-se", "rebelar-se", "manifestar-se contra".

Nesse sentido, o verbo é transitivo indireto e pode ser acompanhado das preposições "contra", "por" ou "em favor de", dependendo o contexto.

No caso discutido aqui, é melhor o uso de "contra":

- O grupo protestou contra o aborto


Escrito por Pedro Henrique às 10h40
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ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA - O FIM DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL

História da Abolição da Escravatura, movimento abolicionista, Lei Áurea decretada pela Princesa Isabel em 1888, 
a questão escravista no Brasil Império.

abolição da escravatura
Princesa Isabel: assinou a Lei Áurea

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.  

Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

 A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

 Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

 



Escrito por Pedro Henrique às 10h33
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História sobre o Brasil

Leitores, estamos com um novo conteúdo - O conteúdo estudantil.

Começaremos á partir de hoje, falando sobre á hisória do Brasil.

O programa terá duração de 2 semanas.



Escrito por Pedro Henrique às 13h42
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Atualizações do Site

Queridos Leitores,

Peço desculpas por não ter atualizado o site ontem. Más voltamos ao ritímo normal hoje.

Atenciosamente

Pedro Henrique - Diretor do Blog



Escrito por Pedro Henrique às 13h33
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Milhão: ordem inversa e concordância

Milhão: ordem inversa e concordância

A frase abaixo circulou duas vezes, em reportagens diferentes, curiosamente com o mesmo problema:

- Foram incluídas no programa mais de 2,7 milhões de famílias moradoras das cidades

Às vezes, a escrita da frase em ordem inversa dificulta um pouco a concordância.

No exemplo acima, não se pode perder de vista que "milhão" é palavra masculina.

A concordância, então, é com "milhão", e não com "famílias".

Fica mais claro observando o trecho na ordem direta:

Foram incluídos dois milhões = dois milhões foram incluídos

Revendo o trecho, então:

- Foram incluídos no programa mais de 2,7 milhões de famílias moradoras das cidades


Escrito por Pedro Henrique às 13h31
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Bovespa avança 1,68%, com "otimismo" sobre juros americanos

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) inicia seus trabalhos em território positivo nesta quarta-feira, favorecida pelo "otimismo" dos investidores de que o Federal Reserve (banco central dos EUA) realmente deve cortar os juros básicos ainda neste ano.

O Ibovespa, principal indicador da Bovespa, valoriza 1,68%, aos 50.653 pontos. Ontem, a Bolsa brasileira fechou em alta (1,24%) pelo terceiro pregão consecutivo. Pela manhã, as Bolsas asiáticas já deram a sinalização positiva, com o fechamento recorde do pregão de Xangai. Na Europa, as principais Bolsas locais operam em território positivo.

O dólar comercial é negociado a R$ 2,014 para venda, em queda de 1,12%. Ontem, a taxa de câmbio no fechamento foi de R$ 2,037, em alta de 0,39%.

Analistas e investidores defendem que um afrouxamento monetário justamente no país que é o "epicentro" das turbulências financeiras deve ser a saída mais rápida para a crise, evitando um "contágio" maior da economia real (setor produtivo e consumo).

A tese ganhou força ontem com a declaração do senador e presidente do Comitê Bancário do Senado dos EUA Christopher Dodd, que pediu ao presidente do "Fed", Ben Bernanke, que use "todas as ferramentas disponíveis" para evitar a ampliação dos problemas no mercado de crédito imobiliário.

No front doméstico, ganha força a tese de que os fundamentos econômicos do país permitem que, desta vez, o Brasil sofra menos com as turbulências financeiras globais. Ontem, corretores relataram o retorno de investidores domésticos às compras, em busca de ações muito desgastadas no "furacão" da crise nas semanas anteriores.



Escrito por Pedro Henrique às 10h17
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Atacante Dagoberto pode voltar ao time titular do São Paulo

Cinco jogadores brigam por duas vagas no ataque são-paulino para o jogo de quinta-feira, contra o Figueirense, pela Copa Sul-Americana, e também para a partida contra o Náutico, no domingo, pelo Brasileiro.

Pela primeira vez o técnico Muricy Ramalho terá à disposição todos os atacantes do atual elenco: Aloísio, Borges, Dagoberto, Leandro e Diego Tardelli.

"Quanto mais opções eu tiver, melhor para o time. Agora não tem ninguém machucado. Aqui todos sabem que terão chances", afirmou Muricy.

No último domingo, contra o Goiás, Aloísio --recuperado de lesão muscular-- e Leandro formaram a dupla de ataque titular. Agora, Borges, que estava suspenso, e Dagoberto, que começou no banco por não estar em condições físicas ideais, brigam por uma vaga entre os titulares. Tardelli corre por fora.



Escrito por Pedro Henrique às 10h17
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Estou quite ou quites?

A pergunta é de uma colega de redação.

Ela tinha escrito esta frase e queria saber se o trecho estava certo do ponto de vista da norma culta:

- Ele não pôde provar que estava quites

A frase tinha problema, sim.

É muito comum falarmos construções como "estou quites" ou algo do tipo.

O problema é que "quite" é adjetivo.

E, como adjetivo, deve concordar em número (singular ou plural) com a palavra à qual se liga.

Eu estou quite, ele está quite, nós estamos quites.

Logo:

- Ele não pôde provar que estava quite

Só uma curiosidade: o circunflexo do "pôde" que aparece na frase é um dos poucos que permanecem na possível reforma ortográfica, prevista para entrar em vigor no país a partir do ano que vem.


Escrito por Pedro Henrique às 10h15
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Alertar algo

A recente turbulência no mercado gerou várias matérias sobre o assunto.

Trecho de uma delas:

- Além do preço atrativo, analistas alertam de que o sucesso de uma empresa na Bolsa depende do potencial de crescimento no setor em que atua

O mais comum é usar o verbo "alertar" sem a preposição.

Uma pessoa alertaria, por exemplo, que (e não "de que") há um problema.

Logo:

- Além do preço atrativo, analistas alertam que o sucesso de uma empresa na Bolsa depende do potencial de crescimento no setor em que atua

A única maneira de usar a preposição "de" em "alertar" é se o verbo precisar de dois complementos.

Nessa situação, prevista em dicionários de regência, um dos complementos viria com as preposições "de" ou "sobre".

Um possível exemplo:

- Analistas alertam o mercado sobre (ou de) uma potencial turbulência nos próximos dias


Escrito por Pedro Henrique às 11h51
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Continuação - Fiat Punto

Os opcionais para ele já são muitos: bolsas infláveis frontais, sistema antitravamento (ABS), rádio/toca-CDs com MP3 e comandos no volante, Blue&Me (leia adiante), controle elétrico dos vidros traseiros e retrovisores, sensor de estacionamento traseiro, controle remoto de travas, teto solar Skydome, faróis e limpador de pára-brisa automáticos, banco traseiro bipartido, apoios de braço à frente e atrás, retrovisor fotocrômico, rodas de alumínio de 15 pol e bancos de couro bicolor.

O motor 1,8 equipa duas versões, cada uma com previsão de 15% de participação. A HLX (R$ 44.400) adiciona à ELX apenas revestimento em veludo, ajuste do temporizador do limpador de pára-brisa e controle remoto de travas. Portanto, ao contrário do que acontecia no Palio, há expressiva diferença de preço com conteúdo similar. A maior parte dos opcionais do outro se aplica a ele, que também pode vir com ar-condicionado automático, bolsas infláveis laterais e cortinas e
encostos de cabeça ativos nos bancos dianteiros, estes inéditos em um carro nacional. O ABS e as bolsas frontais são oferecidos em pacote a atrativos R$ 2.900.

Finalmente, o Punto Sporting 1,8 custa R$ 51.900 e acrescenta ao HLX bolsas frontais, ABS, CD/MP3, viva-voz
Bluetooth, volante de couro com comandos de áudio e rodas de 16 pol em alumínio com pneus 195/55-16. Há também detalhes próprios de acabamento: revestimento interno em tecido esportivo, cintos de segurança vermelhos, faróis com máscara preta, saias laterais, defletor de teto, cobertura esportiva nos pedais e apoio de pé esquerdo e tapetes com o logotipo Punto. A relação entre preço e conteúdo é bem interessante se comparada à de médios como Golf, 307 e o próprio Stilo.

Para produzir o carro no Brasil a Fiat precisou investir R$ 800 milhões entre serviços de engenharia, ferramentas de produção e instalações na fábrica de Betim, MG. O dispositivo robotizado para armação da carroceria é novo e foi criada uma linha específica para a estamparia das partes móveis. Tudo na produção do modelo visa a velocidade de manufatura — do sistema de gravação do número do chassi ao reconhecimento automatizado, com câmeras, da carroceria ao entrar para a pintura. Há um novo dispositivo para a montagem da suspensão traseira completa, bem como um sistema de controle de vazamento do gás refrigerante do ar-condicionado.

Personalidade   Desenhado pelo mestre Giorgetto Giugiaro, o estilo moderno e de forte personalidade é certamente um dos grandes atributos do Punto. O carro consegue transmitir robustez sem apelar para formas retilíneas, que envelhecem rápido. A frente afilada, faróis de perfil longo, linha de cintura alta e ascendente e lanternas traseiras nas colunas (característica do modelo desde a primeira geração, de 1993) são os elementos mais interessantes.

As linhas são exatamente as mesmas do italiano, salvo pela (lamentável) eliminação dos repetidores laterais das luzes de direção. O coeficiente aerodinâmico (Cx), 0,34, está acima do que se espera de um projeto novo, mas a Fiat explica que o resultado se deve ao capô mais alto de modo a ficar mais distante do motor — medida de proteção ao pedestre em caso de atropelamento, norma da União Européia.

O interior não é luxuoso, com plásticos rígidos e revestimento simples no ELX, mas tem jeito atual e agradável. O painel de instrumentos permite fácil leitura, há vários porta-objetos (incluem porta-óculos de teto e um segundo porta-luvas quando não há bolsa inflável), os controles de vidros são todos do tipo um-toque e os difusores de ar estão no lugar certo, ao contrário da linha Palio e da Idea.



Escrito por Pedro Henrique às 08h03
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Chega ao Brasil o Fiat Punto, com porte entre compactos

Dois anos depois do lançamento europeu do Grande Punto (setembro, em Turim), é a vez da versão brasileira. Chama-se aqui apenas Punto: na Itália o prefixo Grande deveu-se à necessidade de diferenciá-lo do Punto de segunda geração, de 1999, mantido em produção por enquanto. É um hatchback — ou sport hatch, como o chama a Fiat — mais para médio do que para pequeno, ao ultrapassar os quatro metros de comprimento (tem 4,03 m) e ser bem largo (1,68 m) e alto (1,50 m). O entreeixos de 2,51 m, o mesmo da Idea, também supera o de todos os hatches pequenos.

Com tais dimensões e os motores
flexíveis de 1,4 e 1,8 litro já conhecidos da linha Palio, o Punto concorrerá tanto com os pequenos de preço superior (206, C3, Clio, Corsa, Fiesta, Fit, Fox, Polo) quanto com os médios mais acessíveis (307, Astra, Focus, Golf, Tiida). Esta última é a classe do Stilo em versão básica, o que faz esperar concorrência dentro de casa. A produção programada do Punto em Betim, MG é de 4.000 unidades por mês, das quais 1.000 destinam-se a exportação para toda a América Latina, exceto Chile, México e República Dominicana.

Esses mercados já têm e continuarão com o modelo importado da Itália. Se no Brasil levamos vantagem por dispormos de motor até 1,8 litro de 113/115 cv (gasolina/álcool), enquanto eles só chegam ao 1,4 16V de 95 cv, aqueles três países recebem as versões turbodiesel de 1,3 e 1,9 litro, esta de 120 ou 130 cv e capaz de atingir 200 km/h no segundo caso. O carro nacional não terá motor a diesel para exportação aos demais mercados, por enquanto, por limitação de oferta da fábrica de propulsores na Polônia.

Aqui, a divisão prevista é de 70% para 1,4 e 30% para 1,8. Em acabamento são quatro opções. O 1,4 básico já vem com direção assistida hidráulica, computador de bordo,
configurador de funções, comando interno de porta-malas e bocal do tanque, conta-giros, temporizador de faróis, ajuste de altura do banco do motorista, três encostos de cabeça no banco traseiro, alerta para excesso de velocidade e controle elétrico dos vidros dianteiros e travas. Com preço sugerido de R$ 37.900, a Fiat espera que represente apenas 10% das vendas.

O carro-chefe (60%) será o ELX 1,4, de R$ 41.600, que acrescenta ar-condicionado, computador de bordo com mais funções, terceira luz de freio, faróis de neblina, pára-brisa com faixa degradê, volante ajustável em altura e distância e vidros laterais traseiros e da quinta porta escurecidos.

 

 

 



Escrito por Pedro Henrique às 07h58
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